sexta-feira, 30 de julho de 2010

O mar tá..

O mar se alegra ao te ver passar. Celebra tua presença e o misto de informações confusas que só você pode trazer. O mar tá tão doce, tão lindo quanto eu quero desencantar e nas palavras soadas a beleza é alegrar. Ah! O mar. O mundo seria um nada se a forma fosse apenas um detalhe. O detalhe: aquele na saia de roda que por sim e por não maritimiza teus gestos. Uma informação narrada onde os marginalizados se superam. O mar tá tão simples nos dias de hoje, mas ainda sim vive a me surpreender. A literatura memoriza os teus fatos, teus momentos. A importância de quando do mar partem os artigos, o futuro se incerta. A linha do horizonte pertence a ti tão plural em passagens e mensagens. Um leque, uma arbitrariedade, um conjunto constituído na mera imensidão do saber de um só ser. Quero ser, mergulhar em você, desviar meu olhar, mas a minha atenção, a todo instante, por você é retida como quando o calor é absorvido pelas águas calmas. Sua influência, ó mar, ta me deixando perdido. Ela vem em forma de onda me tranquilizando com inteligência. O mar, por si só, tá tão modesto que me ridicularizo ao tentar te descrever em palavras quaisquer. Acontece que quando eu te vejo, me sinto seguro pra poder seguir em frente sabendo que em ti posso me apoiar. Você, criatura inigualável, pode descrever histórias tão vastas me levando em passeio por cada canto desse mundo perdido. O mar que reluz duas faces e brilha e transparece em total linearidade de fases. O valor dos teus acordes se assemelha à esfera de desejo e de experiências cotidianas. Definir-te, ó mar, é um impasse.

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